O Mundo de Vidro - Livro

Título: O Mundo de Vidro
Autor: Maurício Gomyde
Editora: Porto 71
Edição:
Classificação: 





Sinopse: Até onde pode ir a paixão de uma pessoa por outra? Como, quando e por que começa? Até que ponto pode-se cometer alguma loucura para fazer parte da vida de alguém? Quais as consequências da paixão avassaladora incompreendida? Nesse seu primeiro e hilariante romance, Maurício Gomyde retrata o cotidiano de um cidadão normal como tantos que se vê por aí em qualquer canto, tentando responder estas aparentemente simples perguntas. Passeando com extrema facilidade tanto pela liguagem refinada e sutil quanto pela tosca, Maurício Gomyde nos brinda com um livro de leitura fácil e extremamente agradável.








Serei sincera: tudo ia contra este livro. Posso estar destruindo minha já escassa reputação dizendo isso, mas nunca dei muita moral á livros nacionais. Então, O Mundo Vidro foi ao mesmo tempo uma leitura gostosa e uma quebra de tabus para mim. Um livro realmente importante para a desocupada aqui.
   Este foi um livro que eu enrolei para ler mas, quando realmente comecei, não consegui parar. 
   Ele começa meio desconexo, com o último capitulo de um livro aparte que você só irá descobrir seu significado ao final da história. Sim leitores, este é um daqueles livros que você termina e volta ao começo novamente para reler-lo até a metade e fica pensando "ah, então foi por isso..."
   Não sei definir qual é a melhor parte do livro. Se é o livro que "Ela" recebe, que contém uma sensibilidade inigualável; se é o tipo de romance que  Gomyde nos apresenta, não aquele clichê e inconsebivel, mas sim um real, que poderia acontecer até nas melhores famílias; ou o humor hilariante que te faz rir do prefácio (ou prédificil) até á última frase do livro.
   E para não me estender mais, avalio como Ótimo (4 estrelas) este livro que me fez acreditar de verdade mesmo no Brasil e vai me fazer esperar ansiosamente pelo segundo livro de Maurício Gomyde: Infelizes para Nunca. Destaque para o (a) Horácio, que fez pagar de doida para minha mãe de tanto que me fez rir.

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