O Príncipe e a Plebeia – Livro

Título: O Príncipe e a Plebéia
Autor: Tuca Hassermann
Editora: Nova Cultura
Edição: 1494ª
Classificação:
otimo

O Príncipe e a Plebéia

Sinopse: Para encontrar seu irmão, de quem foi separada na infância, Sarah lançara mão de certas habilidades que desenvolveu e que poucas mulheres possuem. Mas ela não imagina que está prestes a conhecer um homem... não um homem qualquer e sim um sheik de verdade... e que usará suas habilidades para salvar a vida dele num luxuoso palácio numa longínqua ilha do Oriente Médio...

Preocupado com sua irmã que fugiu do palácio, com a iminente rebelião por parte de uma facção de fanáticos religiosos em Nakabir e com os preparativos para seu casamento, a última coisa que Neyah Faraj precisava era descobrir-se apaixonado por outra mulher! Mas é impossível ignorar o desejo que senti por Sarah Baker, uma mulher linda e intrigante, disposta a correr riscos para proteger o palácio e a família dele... e a paixão irresistível que inflama seus corações!



Mais um romance de banquinha. Será que estou ficando romântica e melosa? Oh my God…
Apesar de ser uma história bem clichê (Um príncipe se apaixonando por uma plebéia), a história é até legalzinha.
Tudo começa quando o príncipe Neyah é obrigado a adiar seu casamento para ir atrás de sua irmã mais nova, Maata, que fugiu de Nakabir. Mas na verdade, Maata não fugiu de seu país; ela está em uma missão. Sua missão é manter seu irmão mais velho ocupado e bem longe de seu país enquanto um grupo de rebeldes estão ameaçando a segurança da família real.
Durante essa perseguição que dura vários meses, Maata Faraj acaba nos estados Unidos da América onde conhece uma ladra chamada Sarah Baker que, por trás de uma história de vida sofrida, esconde um bom coração.
Como eu já disse, a história dai para frente é bem clichê, mas eu gostei muito da personagem Sarah, que é cheia de sarcasmo e personalidade. Neyah também é diferente dos personagens principais padrões desse tipo de romance. Ele não faz o tipo príncipe-de-mal-com-a-vida ou tenho-uma-família-desfalcada-minha-vida-acabou. Neyah é honrado, discreto, apaixonado e bonitão, mas não é o rei do drama. Nesse ponto eu gostei do personagem.
E no final de tudo, o livro ainda traz uma bela mensagem: Nós mulheres somos fodas!!! (dgdin, digdin). Acabo está resenha dando 4 estrelinhas (ótimo) para este romance que é romântico sem ser meloso de mais =)

P.S.: Tentarei parar com romances de banquinha e ler um livro decente, #juro. Ahh, inclusive já comecei a ler Feios e estou adorando, aguardem.
P.S.²: Eu sei que quase não estou postando, mas é que estamos em tempo de Festas das Nações em minha escola e eu vou dançar *o*. Prometo que posto o vídeo depois da festa. Torçam aê galera, meu país é o México. #Arriba.

Um comentário:

Tuca Hassermann disse...

Fófis, adorei seu comentário sobre o meu livro. Você é uma graça! E acertou na mosca: nós, mulheres, somos foda mesmo, amore! Beijos da Tuca Hassermann.